Leão faminto…

O Leão esta voraz, não agüentava mais o tesão.

Queria encontrar sua gatinha, sua fera selvagem…

Entrou porta adentro, ansioso. Ouviu o barulho do chuveiro, não pensou duas vezes, dirigiu-se diretamente ao banheiro.

Abriu a porta lentamente, para não fazer barulho.

O box estava todo embaçado, ele a observou atentamente por minutos intermináveis.

Os cabelos castanhos molhados emolduravam a silhueta dos seios fartos, as gotas escorriam. Ela dançava enquanto a água caia sobre o corpo nu, fechou o chuveiro sem perceber a presença do voraz Leão. Passou óleo de pitanga espalhando sobre a pele ainda úmida, delicadamente massageou e, derramou sobre os seios acariciando-se, sentiu um arrepio percorrer o corpo, seus mamilos enrijeceram.

O Leão estava preste a devorá-la quando ela virou-se de costa para passar o óleo sobre o bumbum redondo, abaixando-se e descendo as mãos sobre as pernas.

Apenas percebeu a presença do Leão quando sentiu as mãos segura-la pela cintura e puxar.

_Ai, que susto Leãozinho! Não vi você chegar.

_Eu sei, cheguei de mansinho para não assustar minha presa.

Ela desceu a mão docemente sobre a calça.

_Nossa, tem alguém faminto aqui.

_Você nem imagina, estou pronto para devora-la.

_Então, vem e devora-me.

Ele a beijou, comprimindo seu corpo contra o dele. Mais que depressa lhe tirou a camisa olhando faminta o corpo moreno, levou a língua nos mamilos enquanto abria o zíper da calça e enfiava a mão dentro, para sentir o membro teso.

Beijou-lhe o pescoço subindo até a orelha onde desenhou os contornos com a língua.

_O que meu esfomeado Leão quer hoje? Quer lamber sua gatinha quer?

Ela grudou em seus cabelos abaixando sua cabeça até sua flor.

_Chupa.

O Leão a empurrou até a pia, levantou umas das pernas, foi primeiro passando a língua nas pétalas rosadas maiores, depois foi descendo ao encontro das menores, até encontrar o miolinho durinho doce… Chupou tão forte que arrancou um gemido da gatinha.

Olhou, nos olhos dela, sorriu e beijou sua flor, já úmida pelo desejo aflorado pelos lábios dele.

Ela se contorcia, gemia, apoiava uma das mãos na parede enquanto a outra quase arrancava os cabelos do Leão.

_Ah, Leãozinho, assim você mata de prazer sua gatinha.

_Matar não, mas só vou parar quando sentir seu corpo desfalecer sobre mim.

E assim ele fez, chupou, lambeu, mordeu delicadamente… Os lábios tão íntimos de sua gatinha, até perceber o corpo dela amolecer.

_Leãozinho, to tonta vem me abraça.

_A gatinha acha que acabou é, não. Ainda tenho fome.

Levantou-se, a beijou enquanto penetrava. Encaixados, ele a levou até o quarto e a pôs sobre a escrivaninha. Agarrados ela a beijava, ela se contorcia, gemia e pedia.

_Me fode, meu Leãozinho, me fode. Faz a sua Gatinha gozar outra vez, faz.

Ele estocava cada vez mais fundo o membro rígido, sentia ela o engolir, sentia-a se contraindo de tanto prazer e isso o enlouquecia mais.

Não suportou por mais tempo, explodiu em gozo quente e liquido.

Abraçados, suados, exaustos… Tiveram que ir tomar banho, mas agora juntinhos.

Publicado em:  on Julho 22, 2008 at 3:00 am Comentários (1)

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